Ainda está sendo investigado as causas do acidente com um veículo Civic, placa OJJ- 1601, cor prata, na BR 226, região de Grajaú e Barra do Corda. Os ocupantes do veículo são da cidade de Imperatriz e de acordo com detalhes eles estavam indo para Fortaleza.
A viagem teve fim após o veículo tombar por várias vezes na pista, ficando completamente destruído e seus ocupantes mortos.
Aguardando mais informações sobre o fato ocorrido.
Foi destaque no Bom Dia Brasil desta quinta-feira (12), a reportagem sobre o comerciante de Barra do Corda, Francisco Edine Lima Silva, conhecido como Ednei da Aluvidro que morreu na tarde desta segunda-feira, 09, após passar mal em uma cela, o “gaiolão” da delegacia.
Carmem Lúcia, Presidente do STF, desempatou o julgamento com voto a favor da necessidade de o Congresso avalizar medidas cautelares que impliquem afastamento de parlamentares.
A decisão tem impacto direto no caso de Aécio Neves. Ele está fora do cargo senador desde 26 de setembro, por decisão da Primeira Turma do Supremo.
No próximo dia 17, os senadores vão decidir se derrubam as cautelares impostas a Aécio — agora amparados pelo entendimento do STF.
Foi realizada na manhã desta quarta-feira (11), uma manifestação pelas Ruas de Barra do Corda e em frente à delegacia pela morte do empresário Francisco Edine Lima Silva, conhecido como Ednei da Aluvidro, 43 anos.
Com faixas e cartazes, os familiares, amigos e cidadãos barra-cordenses pedem a imediata extinção do Gaiolão e apuração do caso.
FRANCISCO Edine Lima Silva, cidadão barracordense ou cordino (conforme o gosto do freguês) com cerca de 40 anos, não imaginava que caminhava para a morte ao sair de casa por volta do meio-dia para comprar um carvãozinho e dar continuidade ao churrasco de domingo.
Abdon Marinho
Envolvido num acidente de trânsito com um motociclista foi preso e jogado no “castigo” da delegacia de polícia daquela urbe. Aqui começa a tragédia. O tal castigo da delegacia é uma espécie de gaiola localizada nos fundos do prédio sujeito às intempéries climáticas. Quem fica lá tem que aguentar a chuva, o vento, o sol.
Considerando que os meses de agosto, setembro e outubro são os mais quentes do ano em Barra do Corda – e em toda região central do estado –, com a temperatura chegando, facilmente, a 40º, não é difícil concluir que alguém colocado num ambiente destes com o sol a pino, está, verdadeiramente, submetido à infamante prática de tortura.
Segundo, ainda, me informam amigos daquela cidade, familiares apelaram inúmeras vezes às autoridades policiais para que o retirassem daquela situação e estas autoridades fizeram ouvidos moucos. Apenas, no dia seguinte, quando o rapaz entrou em convulsão, com espumas saindo pela boca, alguém assumiu a responsabilidade de mandar tirá-lo da cela por sua conta e risco, mas já era tarde e o rapaz já chegou morto ao hospital. Disseram-me que até a mãe do cidadão, fez “apelos de mãe”, tal qual Maria fez por Jesus na Via Crucis, e de nada lhes valeu os apelos ou lágrimas.
Disseram-me, mas custo a acreditar, que ao prisioneiro/custodiado sequer foi permitido que bebesse um copo d’água. Alguém, com um senso qualquer de humanidade, consegue imaginar um ser humano preso numa gaiola exposto ao sol a pino, com a temperatura de 40º à sombra sem direito a uma sede d’água? Isso uma tarde inteira, uma noite inteira, até altas horas manhã do dia seguinte.
Acho que vi cenas assim, mas em filmes como “Conan, O Bárbaro” ou naquela série da franquia “Mad Max”, e ainda, naqueles que narram as torturas nos primórdios da civilização. Causa-me pavor saber que no Maranhão, em pleno século 21, ainda tenhamos que conviver com cidadãos sofrendo esse tipo de inominável tortura, preso em gaiola, no sol quente.