O Show de Prêmios Portal da Barra realizou neste domingo (09), mais um sorteio.



O líder indígena Magno Guajajara informou que a morte de um indígena na BR 226 nesta tarde de segunda-feira (09), foi um acidente entre dois indígenas da própria aldeia que se chocaram enquanto um dirigia o carro, o outro estava de moto.

O que estava na moto morreu na hora, como se trata de parentes envolvidos no acidente, o líder Magno disse que a BR está livre normalmente, e que podem os veículos e caminhoneiros passarem, os povos indígenas estão tomando providencias sobre o acidente.
| Comente a matériaUm índio Guajajara morreu atropelado nesta segunda-feira (09), por volta do meio dia, o clima é tenso na região.

Segundo as primeiras informações a vitima que estava em uma motocicleta colidiu em um veiculo Chevrolet Agile, depois que o motorista desviou de uma carreta que havia sido queimada no protesto após dois indígenas serem assassinados a tiros às margens da BR.
ATUALIZAÇÃO > O atropelamento na reserva foi entre indígenas, afirmou o líder Magno Guajajara


Correio Brasiliense
Ativista sueca pediu que o mundo não fique calado diante do caso. Atentado ganhou repercussão internacional.

A ativista sueca Greta Thunberg afirmou, neste domingo (8/12), que indígenas estão sendo assassinados no Brasil por tentarem proteger as florestas. Ela comentou, por meio de uma rede social, a morte de dois caciques indígenas da etnia Guajajara, que foram mortos em um ataque a tiros na BR-226.
Greta é um dos principais nomes entre os ativistas mundiais que denunciam as mudanças climáticas que afetam o planeta em razão da degradação da natureza realizada pela humanidade. “Os povos indígenas estão sendo literalmente assassinados por tentar proteger as florestas do desmatamento. Repetidamente. É vergonhoso que o mundo permaneça calado sobre isso”, escreveu Greta, junto a uma notícia da rede de TV Al Jazeera sobre o atentado no Brasil.
Além das mortes de Firmino Silvino Guajajara e Raimundo Bernice Guajajara, outros dois índios ficaram feridos no ataque a tiros e foram socorridos para a Unidade de Pronto-Atendimento.
O caso ganhou repercussão internacional. O jornal britânico The Guardian afirmou que as vítimas foram mortas “não muito longe de onde um importante membro da tribo que defendia a floresta amazônica foi morto no mês passado”. O alemão Deutsche Welle publicou que o local é palco frequente de violência contra indígenas.
A ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva afirmou que o “banho de sangue” exige uma resposta firme e urgente das autoridades brasileiras. A Polícia Federal abriu inquérito para investigar o caso. Uma equipe da corporação esteve na cidade de Barra do Corda, próxima ao local do ataque.
| Comente a matériaDo G1 MA
Polícia Civil disse que repassou as informações do caso para a equipe da Polícia Federal que está em Barra do Corda desde sábado; até o momento ninguém foi preso.

A Polícia Civil do Maranhão começou a repassar para a Polícia Federal o material levantado no local do atentado a índios da etnia Guajajara. No ataque, dois caciques morreram e outros dois índios ficaram feridos. Segundo o superintendente de Polícia Civil do Interior (SPCI), Guilherme Campelo, uma equipe da PF já está em Barra do Corda trabalhando no caso.
“Realizamos os primeiros levantamentos e requisição de perícia, bem como apreensão de uma motocicleta, que estava em um dos locais de crime com um projétil alojado nela e foi recolhida para perícia. Produzimos um relatório e repassamos à PF, que já chegou em Barra do Corda com uma equipe”, disse Guilherme Campelo.
Por meio de nota, a Polícia Federal confirmou que uma equipe foi deslocada para o local ainda no sábado e que “um inquérito policial foi instaurado para apurar os crimes e suas circunstâncias”.
Em um vídeo que circulou nas redes sociais minutos depois do ataque, o indígena Nelsi Guajajara contou que foi surpreendido por um veículo de cor branca que disparou diversas vezes contra a motocicleta onde ele e Firmino Guajajara estavam.
Antes de a Polícia Federal chegar ao local, as polícias Civil e Militar fizeram buscas pela área e regiões próximas, mas até o momento ninguém foi preso. A ação criminosa terminou com a morte dos caciques Firmino Silvino Guajajara e Raimundo Bernice Guajajara. Outros dois índios ficaram feridos, entre eles Nelsi Guajajara.
Segundo Guaraci Mendes, coordenador da Fundação Nacional do Índio em Imperatriz (Funai), o crime pode ter relação com os constantes assaltos registrados no trecho da BR-226.
“Pessoas mal intencionadas se aproveitam da má preservação da BR dentro do território (indígena) para cometer ilícitos. Aproveitam também a falta de policiamento. Então isso (assaltos) acaba se associando à imagem dos indígenas, e por conta disso eles (índios) vinham recebendo ameaças”, disse Guaraci Mendes.
Segundo a Funai, os índios foram atacados logo depois de saírem da aldeia Coquinho, onde lideranças de várias aldeias da região participavam de uma reunião com representantes da Eletronorte, para tratar da compensação aos índios pela passagem do linhão de energia elétrica dentro das terras indígenas.
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Os indígenas realizaram a interdição da BR 226 na tarde desse sábado (07), após dois índios serem assassinados e outros três ficarem feridos, vitimas por disparo de arma de fogo.
Os mortos foram o cacique Firmino Silvino Guajajara e Raimundo Guajajara.
No fim da tarde deste domingo (08), os indígenas desbloquearam a BR, dentro do perímetro da reserva Elbetel, entre Barra do Corda e Grajaú.
A interdição da pista ocasionou um congestionamento de quase 2km.
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